Utilize este identificador para referenciar este registo: http://hdl.handle.net/10400.3/523
Título: O uso de mapas conceptuais como estratégia no ensino da Física e da Química
Autor: Portinha, Emília
Gomes, Carlos
Palavras-chave: Estratégia no Ensino da Física e da Química
Mapas Conceptuais
Data: Set-2000
Editora: Sociedade Portuguesa de Física
Resumo: Entre os papéis atribuídos ao professor pelos sistemas de ensino, estão os de investigador e inovador. A investigação é assim uma estratégia de formação, que poderá ser um dos principais meios de desenvolvimento profissional do professor. A investigação permitirá incutir uma mudança de atitudes que o levarão a analisar e avaliar a sua própria experiência e a reformular os seus critérios de actuação. O professor necessita de se envolver em experiências de aprendizagem que contestem as teorias tradicionais, em experiências onde possam estudar os alunos e a sua construção de significados (...). Somente através de uma interrogação, reflexão e construção extensiva ocorrerá a deslocação de paradigma na educação – o construtivismo1 O ensino das ciências revela uma elevada taxa de insucesso em algumas disciplinas, nomeadamente, na disciplina de Ciências Físico-Químicas. A inversão desta problemática tem de ocorrer na sala de aula e poderá ser conseguida utilizando novas técnicas e estratégias que levem o aluno a aprender a aprender e permitam ao professor ensinar a aprender. O presente trabalho, desenvolveu-se no âmbito da disciplina de Didáctica da Física e da Química durante o 1º ano de formação na Profissionalização em Serviço. Surgiu como forma de tentar melhorar a actuação do professor na sala de aula, tornando-o mais consciente e desperto para um ensino de índole construtivista. Neste trabalho foi utilizada a estratégia cognitiva – mapas conceptuais – como meio de facilitar a aprendizagem significativa dos alunos de Ciências Físico-Químicas. O mapa conceptual está de acordo com um modelo de educação “centrado no aluno e não no professor, que atenda ao desenvolvimento de destrezas e não se conforme apenas com a repetição memorística da informação por parte do aluno e, que pretenda o desenvolvimento harmonioso de todas as dimensões da pessoa e não apenas as intelectuais”2. O estudo efectuado, consistiu no uso de mapas conceptuais por alunos do 10º ano de escolaridade como estratégia de ensino-aprendizagem e avaliação. A apresentação de alguns resultados obtidos serão o objectivo principal desta comunicação. Assim, salientam-se alguns aspectos: a aplicação dos mapas conceptuais por parte dos alunos teve uma boa aceitação destes; verificou-se uma melhoria nos resultados da avaliação efectuada nas questões envolvidas na construção de mapas conceptuais; esta estratégia despertou nos alunos a vontade e entusiasmo quanto a novas aplicações no futuro e a sensibilidade para as potencialidades que poderão tirar da utilização do mapa de conceitos. Referências 1 C. Fosnot, Construtivismo e Educação: Teorias, Perspectivas e Prática. Colecção Horizontes Pedagógicos. Lisboa. Instituto Piaget. Divisão Editorial, 1999. 2 A. Ontoria, et al., Mapas Conceptuais – Uma Estratégia Para Aprender (A. M. Vilar, trad.). Rio Tinto. Edições ASA, 1992.
Descrição: Comunicação apresentada sob a forma de poster no 10º Encontro Ibérico para o Ensino da Física, promovido pela Sociedade Portuguesa de Física (SPF), Delegação Regional do Centro, nos dias 27 a 30 de Setembro de 2000.
URI: http://hdl.handle.net/10400.3/523
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