Utilize este identificador para referenciar este registo: http://hdl.handle.net/10400.3/3225
Título: O Projeto P.l.R.A.T.A.-C.B.
Autor: Condessa, Isabel
Fialho, Adolfo Fernando da Fonte
Andrade, Rita
Fortuna, Maria Margarida Pacheco
Castanho, Maria da Graça Borges
Palavras-chave: Actividade Lúdica Infantil
Cultura do Brincar
Infância
Jogo Tradicional Infantil
Data: 2009
Editora: Universidade dos Açores
Citação: Condessa, Isabel; Fialho, Adolfo; Andrade, Rita; Fortuna, Margarida; Castanho, Graça (2009). "O projecto P.I.R.A.T.A.-C.B", in Isabel Cabrita Condessa (org.), (Re)aprender a brincar: da especificidade à diversidade, 173-202. Ponta Delgada : Universidade dos Açores e Fundação para a Ciência e a Tecnologia.
Resumo: O projecto de investigação, Recolha e Análise de Tradições Açorianas: da cultura do brincar PIRATA - CB) tem o propósito de nos convidar a recuar no tempo e a descobrir a magia daquilo que de mais genuíno herdámos dos nossos antepassados - o brincar, o expressar e o comunicar através das actividades que se relacionam com a infância: as danças e rodas cantadas, os jogos tradicionais infantis (com e sem lengalengas, envolvendo ou não brinquedos). Estas actividades são parte integrante da nossa memória da infância e cremos serem a base de muitas das criações açorianas. A cultura de um povo engloba "todo um património assente em valores humanos e sociais, sendo marcada por ritos profanos e religiosos que vão desde a vida à morte das pessoas, determinando e definindo essas sociedades" (Torres 1998: 22). Neste mesmo sentido, o brinquedo, e a actividade lúdica que ele gera, é também ele propriedade real ou simbólica de um povo, património do colectivo, que gera sensações, sentimentos e representações. Parafraseando Brougère (2002: 19), "Brincar torna-se o arquétipo de toda actividade cultural que, como a arte, não se limita a uma relação simples com o real". Esta investigação procurará reverter a favor de uma "Escola do Século XXI", escoa essa que deverá actuar em pleno diálogo com a comunidade envolvente e, assim, reflectir o sentido das brincadeiras de infância na educação das crianças, não só pela aquisição de conhecimento sobre o património cultural da infância e pelas interacções sociais que potenciam, mas também, e num primeiro plano, pela possibilidade de desenvolvimento das diferentes capacidades da criança: lúdica, expressiva, comunicativa e criativa. Contudo, para transmitir este património da "cultural do brincar": através da educação da/pela expressão artística e lúdica, primeiro é preciso conhecer, compreender, explicar e valorizar essa mesma cultura. Neste sentido, procurámos alargar o universo das pesquisas a uma amostra representativa das gentes açorianas, cuja identidade colectiva irmana das condições únicas a que o seu povo está sujeito, nomeadamente ao isolamento geográfico e à convivência com a dispersão em nove ilhas; à riqueza que emerge das actividades mais ligadas ao sector primário - agricultura, pecuária, actividade piscatória e transformação desses produtos; aos rituais religiosos e profanos associados às Festas Populares do Divino Espírito Santo que decorrem por todo o Arquipélago. (da Introdução)
Descrição: O presente texto corresponde ao capítulo XIII do livro em apreço, redigido em co-autoria com colegas da Universidade dos Açores, no qual se apresentam alguns dos resultados do estudo realizado em torno da cultura do brincar nos Açores.
URI: http://hdl.handle.net/10400.3/3225
ISBN: 978-972-8612-55-9
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