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Título: Estudos de neotectónica na ilha de São Miguel: uma contribuição para o estudo do risco sísmico no arquipélago dos Açores
Autor: Carmo, Rita (Lúcio)
Orientador: Madeira, José (Eduardo de Oliveira)
Ferreira, Teresa de Jesus Lopes
Palavras-chave: Geologia
Geomorfologia
Neotectónica
Risco Sísmico
Vulcanologia
Ilha de São Miguel (Açores)
Açores
Data de Defesa: 21-Fev-2014
Citação: Carmo, Rita Lúcio. "Estudos de neotectónica na ilha de São Miguel: uma contribuição para o estudo do risco sísmico no arquipélago dos Açores". 2014. xxxiv, 307, A35 p.. (Tese de Doutoramento em Geologia: Vulcanologia) - Ponta Delgada: Universidade dos Açores, 2013.
Resumo: […]. O controlo tectónico sobre o vulcanismo está bem evidenciado pelo sistema regional no caso das zonas de vulcanismo fissural, enquanto que ao nível dos vulcões poligenéticos, a este sistema se adicionam outras direcções tectónicas, quer resultantes de campos de tensões relacionados com processos vulcânicos, quer associadas a estruturas mais antigas (i.e. E-W). A recolha da informação neotectónica disponível permitiu estimar taxas de deslizamento, deslocamentos por evento e comprimentos de rotura para algumas estruturas tectónicas, parâmetros fundamentais para avaliar a magnitude do sismo máximo expectável e o grau de actividade das falhas, usando as correlações empíricas de Wells e Comppermith (1994) e a classificação de Matsuda (1975 in Slemmons, 1977), respectivamente. As taxas de deslizamento variam entre 0.003 e 3.37 mm/ano, mostrando que as falhas identificadas podem classificar-se desde acidentes com baixa actividade a muito activos. No que respeita ao potencial sismogénico, as falhas presentes na ilha de S. Miguel têm potencial para causar rotura superficial durante sismos puramente tectónicos e de magnitude elevada, e/ou durante a actividade sísmica associada a episódios de reactivação vulcânica, e com magnitude baixa a moderada. O comprimento e a área de rotura, considerando uma espessura da crosta sismogénica de 8 e 14 km, indicam magnitudes de momento variáveis entre 4.9 e 6.6, enquanto que o deslocamento por evento sugere magnitudes mais elevadas (Mw 5.7-6.9). […].
ABSTRACT: […]. The tectonic control of volcanism is well evidenced by the regional system for volcanic fissure zones, whereas at polygenetic volcanoes, there are also contributions from other tectonic directions, resulting from stress fields related to volcanic processes, or associated to older structures (i.e. E-W). Neotectonic data allowed to estimate slip rates, slips per event e surface rupture lengths for some of identified tectonic structures, basic parameters to assess maximum expected magnitudes and activity degree, using Wells e Comppermith (1994) correlations and Matsuda (1975 in Slemmons, 1977) classification. Slip rates vary between 0.003 e 3.37 mm/year, showing low to high activity. Faults have potential to rupture during purely tectonic earthquakes or during low to moderate seismic activity associated to volcanic reactivation. Surface rupture lengths and surface rupture areas, considering 8 and 14 km thickness for seismogenic crust, indicate moment magnitudes of 4.9-6.6, while maximum displacement suggests higher values (Mw 5.7-6.9). […].
Descrição: Tese de Doutoramento, Geologia (Vulcanologia), 21 de Março de 2014, Universidade dos Açores.
URI: http://hdl.handle.net/10400.3/2960
Aparece nas colecções:DGEO - Teses de Doutoramento / Doctoral Thesis

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