Utilize este identificador para referenciar este registo: http://hdl.handle.net/10400.3/2345
Título: Nos inícios da Guerra do Ultramar : doutrina, informação e propaganda : ecos na imprensa açoriana (1961-1965)
Autor: Pimentel, Adelino de Jesus da Mota
Orientador: Cordeiro, Carlos Alberto da Costa
Palavras-chave: Guerra Colonial
Imprensa Açoriana (1961-1965)
Política Portuguesa (Século XX)
Propaganda Política
Relações Internacionais
Ultramar Português (1961-1965)
Data de Defesa: 4-Jul-2013
Citação: Pimentel, Adelino de Jesus da Mota – "Nos inícios da Guerra do Ultramar : doutrina, informação e propaganda : ecos na imprensa açoriana (1961-1965)". Ponta Delgada : Universidade dos Açores. 2013. 205 p.. Dissertação de Mestrado.
Resumo: Sobre a temática que nos predispusemos a desenvolver e que pretende descodificar aspetos da importância dos ecos dados pela imprensa açoriana ao início da Guerra do Ultramar, e do ponto de vista de uma análise em jornais, como fonte primária, onde muito se descortina sobre o que quisemos tratar, não encontramos nada de relevante devidamente compilado e organizado. Todavia não nos foi muito difícil levar por diante este projeto por tal assunto se encontrar amplamente descrito mas não tratado, em documentação original, de onde se destacam a já referida imprensa em geral; e as Histórias da Unidade (que são monografias), que relatam, do ponto de vista militar, toda a ação dos Batalhões e suas Companhias, desde que eram mobilizados até ao seu regresso. Se por um lado os jornais são um elemento privilegiado para a aquisição de matéria-prima para a análise do assunto que nos propusemos desenvolver, não podemos arredar a realidade de que toda a produção jornalística era visada antes de ir para as bancas, logo há que ter um especial cuidado para compreender o que neles está ou não está escrito e as razões por que tal acontecia – tarefa de que nos ocupamos. Por outro lado as monografias militares atrás referidas eram normalmente escritas pelos Comandantes de Batalhão, salvo um ou outro artigo aí inserido, de qualquer missão ou ação desenvolvida, que terá sido escrito pelo responsável dessa missão. De qualquer forma as Histórias de Unidade são documentos essencialmente militares pelo que se limitam a relatar os acontecimentos e as suas implicações dentro da organização militar, logo com propósitos que poderão não interessar à história. Mesmo assim, e como verificamos, a soma destas duas importantes fontes de informação não é suficiente para dar o total da informação que precisávamos, além de se poder considerar como muito parcial, quer do ponto de vista da ética como da própria informação nesses documentos contida. Um era visado pela censura, o outro era parcial – militar. Esta foi a principal razão pela qual decidimos em recorrer a bibliografia complementar, o que sobre a matéria existe em abundância. Uma outra fonte de conhecimento, a qual também utilizamos, e que contém muitíssima informação sobre a temática que tratamos, e está à distância de um clique – é a internet. Recorremos parcimoniosamente também a esta fonte de informação, sempre que considerámos útil e necessário no decorrer da investigação.
Descrição: Dissertação de Mestrado em Relações Internacionais.
URI: http://hdl.handle.net/10400.3/2345
Aparece nas colecções:DHFA - Dissertações de Mestrado / Master Thesis

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