Utilize este identificador para referenciar este registo: http://hdl.handle.net/10400.3/2129
Título: Comparison of laboratory methods for predicting digestibility of feedstuffs
Outros títulos: Comparação de métodos laboratoriais para a previsão da digestibilidade dos alimentos
Autor: Borba, Alfredo Emílio Silveira de
Ribeiro, João Ramalho
Palavras-chave: Digestibilidade dos Alimentos
Digestibility of Feedstuffs
Data: 1994
Editora: Universidade dos Açores
Citação: "ARQUIPÉLAGO. Ciências Biológicas e Marinhas = Life and Marine Sciences". ISSN 0870-6581. Nº 12A (1994): 117-124.
Resumo: Neste trabalho fizemos a comparação entre os seguintes métodos laboratoriais utilizados para a previsão da digestibilidade in vivo: método de TILLEY & TERRY (1963), modificado por ALEXANDER McCGOWAN (1966), método de GOERING & VAN SOEST (1970), métodos in situ e métodos enzimáticos. Os melhores resultados foram obtidos pelo método de TILLEY & TERRY (1963), modificado por ALEXANDER McCGOWAN (1966) e pelo método in situ, 48 de incubação no rúmen + ataque com pepsina. Obtivemos uma baixa correlação entre os resultados dos métodos enzimáticos, com Aspergillus niger e Trichoderma viride como fontes de celulase, e a digestibilidade in vivo, ambos a um nível de 5% de significância, para a previsão da digestibilidade in vivo da matéria seca e do valor D. A degradabilidade da matéria seca in situ pode ser utilizada para a previsão da digestibilidade da matéria seca in vivo, para quase todos os tempos de incubação, para um nível de 5% de significância. Os melhores resultados são obtidos às 48 e 72 horas de incubação, respectivamente r=0.83 e r=0.86. A partir dos parâmetros da cinética da degradação da matéria seca podemos prever a sua digestibilidade, para um nível de significância de 5%.
ABSTRACT: In this paper we compare laboratory methods for the prediction of in vivo digestibility: the TILLEY & TERRY (1963) method, modified by ALEXANDER & McGOWAN (1966), the GOERING & VAN SOEST (1970) method, and the in situ and enzymatic methods. The best results in the prediction of the in vivo digestibility were obtained with the TILLEY & TERRY (1963) method, modified by ALEXANDER & McGOWAN (1966) and by the in situ method, 48 hours of incubation + pepsin. There was a lower correlation between the results of the enzymatic methods and the in vivo digestibility, using Aspergillus niger and Trichoderma viride as sources of cellulase, though significant at a 5% level, for the prediction of the in vivo dry matter digestibility and D value. The in situ dry matter degradability can be used to predict the in vivo dry matter digestibility, at almost all the incubation times, at a 5% level of significance. The best results were obtained after 48 and 72 hours of incubation, r=0.83 and r=0.86, respectively. The results would indicate a good potentiality to predicting the dry matter digestibility from the rumen degradation characteristics of the forages.
Peer review: yes
URI: http://hdl.handle.net/10400.3/2129
ISSN: 0870-6581
Aparece nas colecções:ARQ - LMS - Número 12A

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