Utilize este identificador para referenciar este registo: http://hdl.handle.net/10400.3/1686
Título: Ilha Graciosa
Outros títulos: Graciosa Island
Autor: Neto, Ana I.
Azevedo, José M. N.
Wallenstein, Francisco
Álvaro, Nuno V.
Palavras-chave: Ilha Graciosa
Graciosa Island
Data: 2009
Editora: Secretaria Regional do Ambiente e do Mar & Câmara Municipal de Santa Cruz da Graciosa
Citação: Neto, A.I., Azevedo, J.M.N., Wallenstein, F.M., Álvaro, N. (2009). "Ilha Graciosa = Graciosa Island". Secretaria Regional do Ambiente e do Mar & Câmara Municipal de Vila do Porto, Ponta Delgada, 47 p.. ISBN 978-989-95723-5-5; ISBN 978-972-96962-4-4. Edição Bilingue (Inglês).
Resumo: Neste guia propomos ao leitor um passeio pelo litoral da ilha, iniciando o percurso pelos Paúis de Santa Cruz, situados no centro da vila do mesmo nome. No Rossio em frente à Câmara Municipal de Santa Cruz destacam-se hoje dois grandes tanques (Fig. 1), os designados Paúis de Santa Cruz. Estes tanques constituem o que resta de uma primitiva laguna, resultante do prolongamento para terra da Calheta das Fontaínhas, a qual estaria ainda rodeada de uma zona pantanosa com alguma extensão. A presença abundante de água doce terá sido uma das razões determinantes para a fixação de um povoado neste local, logo na década de 1470. Já o cronista Gaspar Frutuoso, cerca de um século mais tarde, refere que a água dos Paúis de Santa Cruz era utilizada tanto para consumo humano como para matar a sede ao gado. Mais tarde a laguna foi protegida das incursões do mar por muros, e escavada de forma a interceptar a nascente do aquífero basal. Este foi o início de uma redução em área e de uma artificialização que culminou no estado actual, em que o fundo foi impermeabilizado, sendo o respectivo abastecimento efectuado por águas pluviais. No entanto, até à data da última intervenção os Paúis continham ainda alguns valores naturais de interesse, como uma população residente de enguias.
ABSTRACT: In this booklet we will take the reader on a tour around the island’s coast, starting at the marshes of Santa Cruz. The square in front of the city hall of Santa Cruz is marked by two large tanks (Fig. 1). These are the remnants of a former lagoon that was surrounded by an area of marsh. The presence of abundant freshwater was one of the reasons that led to a settlement in this area in the 1470s. The chronicler Gaspar Frutuoso, writing about a century later, mentions that water from the marsh was used by people and cattle. Later, walls were built to protect the lagoon from intrusions by the sea, and holes were dug to intercept the basal aquifer. This reduced the area of marsh and created the present artificial aquatic environment in which the bottom was made watertight; the water level is maintained by the rain. Until recently the marshes kept interesting features, including a population of eels.
Descrição: Guias Costeiros dos Açores | Azores Coastal Guides.
Peer review: no
URI: http://hdl.handle.net/10400.3/1686
ISBN: 978-989-95723-5-5
978-972-96-962-4-4
Aparece nas colecções:DBIO - Livro / Book

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