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Título: Verbas negadas a projetos da UA são "desrespeito" e "injustiça".
Autor: Tavares, João
Data: 26-Jan-2013
Editora: Diário Insular
Citação: TAVARES, João. Entrevistado por Helena Fagundes. "Verbas negadas a projetos da UA são "desrespeito" e "injustiça"". Diário Insular. 2013, Janeiro, 26: ANO LXVI, nº 20.714, 2-3.
Resumo: A FUNDAÇÃO PARA A CIÊNCIA E TECNOLOGIA NEGOU, NO CONCURSO RELATIVO A 2012, QUALQUER VERBA PARA OS 20 PROJETOS DA UNIVERSIDADE DOS AÇORES E DA FUNDAÇÃO GASPAR FRUTUOSO. AO MESMO TEMPO, HÁ INSTITUIÇÕES COM MILHÕES DE EUROS DE FINANCIAMENTO. COMO ENCARA ESTA SITUAÇÃO E DE QUE FORMA ESTA ATITUDE DA FCT AFETA A ACADEMIA? Os resultados recentemente divulgados sobre o não financiamento nesta fase, de nenhum projeto apresentado pelas várias equipas da Universidade dos Açores, mesmo tendo estes obtido como resultado da avaliação internacional a classificação de excelentes, no atual contexto da Universidade dos Açores e do país, caíram na instituição como um balde de água fria. Foi uma injustiça ao trabalho meritório dos cientistas universitários, um desrespeito pelas suas equipas, pelos centros de investigação de excelência, um retroceder no investimento, na formação de recursos humanos de alta qualidade e nos recursos materiais e equipamentos de ponta que a Universidade dos Açores tem de se esforçar para manter atualizados. A Universidade dos Açores tem honra nos recursos humanos que possui, nas infraestruturas modernas que apresenta nos três polos universitários e nos resultados alcançados, quer na docência, quer na investigação, num período de escassas três décadas. Tal só foi possível pelo esforço conjugado dos Homens que por aqui já passaram ou trabalharam e do apoio concedido quer pelo Governo da República, quer pelo Governo Regional dos Açores. A Universidade dos Açores, desde a sua criação, em 1976, teveum crescimento em todas as áreas de atuação e um papel fundamental no desenvolvimento do arquipélago, no avanço e conhecimento científico, desde as Ciências Humanas até às Naturais… Foi uma instituição criada do quase nada, com poucos recursos e com gente capaz de muitos sacrifícios. Foi o maior fator de internacionalização dos Açores, através das parcerias alcançadas pelas suas equipas e dos trabalhos apresentados e/ou publicados nos mais diversos eventos e revistas. Acredito nos Homens que constituem a sua comunidade, na sua capacidade de trabalhar e de inovar e tenho a certeza que continuarão este esforço e que tal levará à saída crise que nos encontramos...
Descrição: Entrevista ao Doutor João Tavares, Pró-Reitor para a Coordenação de Projetos Científicos da Universidade dos Açores.
URI: http://hdl.handle.net/10400.3/1604
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