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Título: Estudo empírico sobre os determinantes da estrutura de capital no setor bancário
Autor: Fernandes, Ana Isabel de Carvalho Vila
Orientador: Teixeira, João Carlos Aguiar
Silva, Francisco
Palavras-chave: Bancos
Estrutura de Capital
Finanças
Política de Financiamento
Banks
Capital Structure
Financing Policy
Data de Defesa: 21-Nov-2012
Citação: Fernandes, Ana Isabel de Carvalho Vila – "Estudo empírico sobre os determinantes da estrutura de capital no setor bancário". Ponta Delgada : Universidade dos Açores. 2012. [VIII], 41 f.. Dissertação de Mestrado.
Resumo: Esta dissertação apresenta evidência empírica de que a regulação de capital não é um determinante de primeira ordem da estrutura de capital dos bancos europeus. Usando uma amostra de dados de painel e considerando 181 bancos europeus cotados em bolsa, abrangendo 22 países, no período de 2004 a 2010, demonstramos que os fatores específicos que afetam o endividamento das empresas não financeiras desempenham um papel importante na explicação do endividamento dos bancos. Não validamos a buffer view, teoria que considera que os bancos detêm capital acima do mínimo exigido em termos regulamentares, de modo a evitar os elevados custos que a emissão de capital próprio a curto prazo pode gerar. Estas conclusões também se aplicam às sub amostras de bancos baseadas na dimensão, nas oportunidades de crescimento e no endividamento e para os períodos de tempo antes e durante a recente crise financeira internacional. No que diz respeito à estrutura do passivo, não encontramos um efeito de substituição dos seus componentes, uma vez que os bancos têm aumentado o endividamento, mantendo praticamente inalterada a proporção de depósitos e outro passivo no total do passivo.
ABSTRACT: This paper shows that capital regulation is not a primary determinant of European banks’ capital structure. Using a cross section and time series variation in a sample of 181 large European banks, spanning 22 countries, from 2004 until 2010, we show that the firm specific factors affecting the leverage of non-financial firms play an important role in explaining banks’ leverage. We do not validate the buffer view that banks hold capital above the regulatory capital as buffers to insure against having to issue equity capital in the short term, with a higher cost. Moreover, these conclusions apply to sub samples of banks based on size, growth opportunities and leverage, and to the time periods before and during the recent international financial crisis. As regards the structure of leverage, we do not find a substitution effect of its components, as banks increased leverage, maintaining almost unchanged the proportion of deposits and nondeposits liabilities.
Descrição: Dissertação de Mestrado em Gestão/MBA.
URI: http://hdl.handle.net/10400.3/1583
Aparece nas colecções:DGST - Dissertações de Mestrado / Master Thesis

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