Utilize este identificador para referenciar este registo: http://hdl.handle.net/10400.3/1463
Título: Associativismo juvenil nos Açores : sociabilidade e participação social
Autor: Lopes, Tibério Gil
Orientador: Gonçalves, Rolando Lima Lalanda
Palavras-chave: Associativismo Juvenil
Identidade
Prática Cultural
Sociabilidade
Socialização
Data de Defesa: 12-Mar-2008
Citação: Lopes, Tibério Gil – "Associativismo juvenil nos Açores : sociabilidade e participação social". Ponta Delgada : Universidade dos Açores. 2007. 112, XXXV f.. Dissertação de Mestrado.
Resumo: O desenvolvimento do trabalho constituiu-se num estudo desenvolvido na Área do Associativismo Juvenil, tendo como preocupação central compreender o movimento associativo como uma forma de participação social dos jovens. Procurámos dar resposta reflectindo acerca da função organizacional e função social do associativismo juvenil, traçando uma retrospectiva acerca do conceito de juventude e dos pressupostos que estão subjacentes à compreensão de identidades individuais e identidades colectivas. Por outro lado, os processos de socialização e os factores de integração social dos jovens levaram-nos a aprofundar o sentido da acção social, manifestamente assente na transposição prática das representações sociais dos indivíduos. Revisitámos o conceito de cultura, de modo a entendermos o sentido das práticas culturais, não olvidando, em todo o caso, o sentido da mobilização colectiva própria do movimento associativo. Tendo-se desenvolvido esta análise no enquadramento subjacente ao associativismo juvenil, procurámos ainda entender as formas de sociabilidade dos jovens e a relação existente, ou não, com as suas práticas culturais e práticas associativas, e concluímos que elas constituem um elemento fundamental de interligação e homogeneidade para a compreensão da participação social. No quadro da participação social e do associativismo juvenil, pudemos verificar que existem factores identitários socialmente construídos, bem como, um referencial de valores que confluem para a dinâmica dos modelos predominantes ao desenvolvimento local e regional. No entanto, aferimos, também, que a participação nas associações juvenis é, ao mesmo tempo, condicionada pelas representações sociais do jovem e pelos seus contextos de socialização formais. Finalmente, e de acordo com as dimensões que apresentámos para a compreensão da participação social dos jovens, concluem-se que pertençam às associações juvenis corporizadas por resultados, acima de tudo de convivialidade, lazer e satisfação pessoal, verificados pela proximidade e reciprocidade, em contextos de socialização inerentes ao sistema de valores e às práticas culturais dos jovens.
Descrição: Dissertação de Mestrado, Ciências Sociais (especialidade em Desenvolvimento Local e Regional).
URI: http://hdl.handle.net/10400.3/1463
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