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Título: Materialismo e positivismo na definição da psicologia
Autor: Luz, José Luís Brandão da
Palavras-chave: Augusto Rocha
Bettencourt Raposo
Cândido de Pinho
Eugénio Pacheco
Ernst Haeckel
Júlio de Matos
Miguel Bombarda
Santiago Ramón y Cajal
Silva Graça
Teófilo Braga
Ciência
Consciência
Determinismo
Filosofia
Livre Arbítrio
Materialismo
Mecânica do Pensamento
Psicologia
Data: 2004
Editora: Editorial Caminho
Citação: «Materialismo e positivismo na definição da psicologia», em Pedro Calafate (dir.), "História do Pensamento Filosófico Português", Lisboa, Editorial Caminho, 2004, vol. IV – O Século XIX, Manuel Cândido Pimentel (coord.), tomo 1, II parte «Os Ideais da Positividade», cap. III, pp. 321-388.
Resumo: Os principais adeptos da filosofia positivista têm o propósito de promover a «renovação mental» da sociedade portuguesa, por meio da difusão dos progressos alcançados pelo conhecimento científico e os princípios da filosofia positivista. Revestem particular relevo os trabalhos dum grupo muito significativo de professores de medicina, clínicos e naturalistas que, servindo-se de estudos desenvolvidos nos domínios da fisiologia, observação clínica e zoologia comparada, introduziram em Portugal um molde materialista para explicar a actividade mental que a psicologia tradicional concebia como uma manifestação do espírito. Os estudos realizados nos domínios da neurologia e da psiquiatria por Miguel Bombarda é o caso mais notável, pelo radicalismo das suas posições teóricas. Para além deste, mas com menor notoriedade, outros autores, como Bettencourt Raposo, Augusto Rocha, Silva Graça, Eugénio Pacheco e Cândido de Pinho, preocupa-se em compreender as funções psicológicas pelas suas ligações ao sistema nervoso central e a desvanecer as diferenças que permitiam às concepções tradicionais estabelecer a separação entre o homem e o animal ou, em termos mais gerais, entre o espírito e a matéria. Ainda no quadro de exigências que o positivismo impunha, Júlio de Matos e Teófilo Braga sublinham as especificidades do espírito humano que não poderão ser esclarecidas no âmbito da biologia. Teófilo apresenta uma visão mais ampla do campo da psicologia e revela um esforço para lhe conferir um lugar no conspecto das disciplinas científicas hierarquizadas por Comte, distinguindo-a claramente da biologia.
Peer review: no
URI: http://hdl.handle.net/10400.3/1431
ISBN: 972-21-1665-7
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