Utilize este identificador para referenciar este registo: http://hdl.handle.net/10400.3/1127
Título: A dimensão ecológica das zonas húmidas na gestão e conservação dos ZEC terrestres dos Açores
Autor: Mendes, Cândida Margarida Ferreira
Orientador: Dias, Eduardo
Palavras-chave: Arquipélago dos Açores
Gestão Ambiental
Rede Natura 2000
Zonas Especiais de Conservação (ZEC)
Zonas Húmidas
Data de Defesa: 13-Jan-2011
Resumo: Este estudo decorreu nas áreas ZEC (Zonas Especiais de Conservação) Terrestres da Rede Natura 2000 dos Açores incidindo na análise da distribuição de zonas húmidas, quer em termos de tipos de vegetação quer em termos de formações protegidas pela Directiva dos Habitats, tendo sido efectuada uma análise interpretativa da descrição existente dos habitats protegidos que possibilita-se a sua transposição para as formações vegetais. Pretendeu-se de uma forma geral contribuir para o conhecimento das zonas húmidas a nível regional uma vez que são reconhecidos os seus valores bio-hidro-ecológicos e aceite que a sua salvaguarda representa um contributo genérico para a gestão e conservação integral do território da Rede Natura 2000 dos Açores. Recorrendo à análise de fotografias aéreas e tendo por base o plano de gestão sectorial da Rede Natura 2000 efectuado em 2004 (Dias et al., 2006) a cartografia destas formações foi efectuada recorrendo ao software Geomedia e ArcGis, seguindo-se uma análise detalhada da sua distribuição por área ZEC em estudo. Todas as manchas foram classificadas quanto à sua naturalidade e grau de ameaça. Este estudo permitiu confirmar a extensa área de zonas húmidas, ocupando cerca de 36% da área de estudo e destas cerca de 67% são tipologias protegidas pela Directiva Habitats. Embora uma parte considerável destas apresente ainda elevado estado de naturalidade este estudo surge também com uma chamada de atenção para o elevado grau de perturbação que apresentam uma vez que quase metade das zonas húmidas identificadas foi classificada como semi-natural. Estas formações necessitam de ser alvo de medidas activas de conservação, por parte das entidades responsáveis pela gestão e ordenamento do território, incluindo a definição de áreas a restaurar sempre que tal se justifique, uma vez para além da sua importância intrínseca são inúmeras as espécies e habitats protegidos e mesmo dinâmicas naturais a nível da paisagem que dependem da integridade e durabilidade destas formações.
Descrição: Dissertação de Mestrado em Gestão e Conservação da Natureza.
URI: http://hdl.handle.net/10400.3/1127
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