Utilize este identificador para referenciar este registo: http://hdl.handle.net/10400.3/1034
Título: O Milhafre Buteo buteo - nossa única ave de rapina diurna.
Autor: Medeiros, Fátima
Palavras-chave: Buteo buteo
Milhafre
Ave de rapina
Data: 1983
Editora: Núcleo Português de Estudo e Protecção da Vida Selvagem - Delegação Açores (N.P.E.P.V.S./D.Açores)
Citação: Medeiros, F. (1983). O Milhafre Buteo buteo - nossa única ave de rapina diurna. "Boletim do Núcleo Português de Estudo e Protecção da Vida Selvagem - Delegação Açores", 1: 12-15.
Relatório da Série N.º: PRIÔLO - Boletim do Núcleo Português de Estudo e Protecção da Vida Selvagem/Delegação Açores;1
Resumo: "[...]. Estas aves continuaram a ser o símbolo dos Açores, mormente, aquando da visita régia do Rei Dom Carlos e da Rainha Dona Amélia em 1901. 0 jornal "AÇORIANO ORIENTAL", fundado há 130 anos, possui um cabeçalho ilustrado com uma dessas aves. Os autores das primeiras propostas de autonomia, passaram a dar-lhes uma conotação política. Outras conotações lhes foram atribuídas, como por exemplo, a da destruição dos recursos alimentares do homem. Pelo contrário, e apesar do seu porte ameaçador, são aves muito pacíficas que só caçam quando necessitam de alimento. 0 seu único inimigo é o homem. Trata-se duma espécie vulgarmente conhecida nos Açores por MILHAFRE ou QUEIMADO e cujo nome científico é Buteo buteo. Como o nome vulgar pode variar de região para região, a espécie em questão é denominada no Continente por Águia-de-asa-redonda. [...]"
URI: http://hdl.handle.net/10400.3/1034
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