Repositório da Universidade dos Açores
Repositório Institucional da Universidade dos Açores
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UAciência - Das Ciências Exatas às Sociais, 2020 – 2024
Rodrigues, Armindo; Gomes, Luís Mendes
Este volume reúne 116 artigos científicos de 144 investigadores da Universidade dos Açores, refletindo a diversidade e a relevância da produção científica desenvolvida na instituição. Os trabalhos distribuem-se pelas áreas do Ambiente, Biologia, Biotecnologia e Saúde, Ciências Sociais, Geociências e Matemática, Física e Química, evidenciando o contributo multidisciplinar da investigação académica para o avanço do conhecimento científico.
A obra resulta de uma iniciativa pioneira de divulgação científica nos Açores, desenvolvida em colaboração com o jornal Açoriano Oriental, com o objetivo de aproximar a ciência da sociedade através da adaptação de trabalhos científicos a uma linguagem acessível ao público em geral. Muitos dos textos apresentados tiveram origem em estudos previamente publicados em revistas e conferências científicas nacionais e internacionais.
O livro conta ainda com testemunhos institucionais de relevo, nomeadamente da Reitora da Universidade dos Açores, Doutora Susana Mira Leal, do Presidente do Conselho Geral da Universidade dos Açores, Dr. Marco Lopes, da Diretora Regional da Ciência, Inovação e Desenvolvimento do Governo Regional dos Açores, Doutora Rute Gregório, e da jornalista do Açoriano Oriental, Dra. Ana Melo, que sublinham a importância da comunicação científica e da promoção da cultura científica na sociedade contemporânea.
A componente visual da publicação foi desenvolvida por Camila Cota, responsável pela recriação fotográfica da fachada do Complexo Científico da Universidade dos Açores e pelas ilustrações que representam as diferentes secções da obra, reforçando a identidade estética e editorial do volume.
A linguagem antes do primeiro choro: como a ciência a revela ao nascer
Publication . Amaral, Diana; Coordenação e edição de Ana Teresa Alves (FCSH-UAc)
Sabias que começaste a aprender a tua língua meses antes de nasceres? Custa a acreditar, mas é a ciência.
Inteligência artificial no ensino superior: Atalho para o sucesso ou caminho para a dependência?
Publication . Silva, Osvaldo; Gráfica Açoreana
Num cenário cada vez mais digital, a inteligência artificial (IA) entrou no ensino superior à velocidade de uma promessa tecnológica que, como tantas outras, parece querer resolver tudo, depressa e sem grande esforço humano. Em poucos meses, passou de curiosidade de laboratório a ferramenta quotidiana de estudantes, docentes e investigadores. Produz resumos, sugere bibliografia, organiza ideias, redige rascunhos, gera código, traduz conteúdos e até simula raciocínios que, noutros tempos, exigiam horas de leitura, reflexão e, por vezes, algumas noites mal dormidas ou, pelo menos, uma boa dose de café.
O problema é que, como sucede com muitas promessas tecnológicas, esta também vem acompanhada de um conjunto considerável de cautelas. […]. Pode até fingir que pensa. Mas continua a caber às pessoas a tarefa mais difícil e mais importante: julgar, verificar, interpretar e decidir. Em tempos de respostas instantâneas, talvez a verdadeira coragem académica seja esta: parar, ler melhor e desconfiar com elegância. Porque a inteligência artificial pode ajudar muito. Mas pensar continua a ser um trabalho que, felizmente, ainda não está automatizado.
Use a inteligência artificial, mas não deixe de pensar por si.
Technostress and Coping: Impact on Job Satisfaction and Moderating Effect of Sociodemographic Variables
Publication . Silva, Osvaldo; Moniz, Ana; Bento, Júlia; Abreu, A., Carvalho, J.V., Mesquita, A., Sousa Pinto, A., Mendonça Teixeira, M. , A.
ABSTRACT: During the COVID-19 pandemic, due to lockdowns and social distance rules, many organizations were forced to adopt remote work. The workforce was af-fected and had to adapt abruptly to update their technology knowledge and skills, to deal with digital technologies, increasing stress levels and often caus-ing technostress. Research proves that technostress can have a negative impact on employee’s job satisfaction and organizational outcomes, suggesting that it is relevant to effectively manage technostress and mitigate its adverse conse-quences. The aim of this work is to assess the influence of sociodemographic variables (gender, age group and academic qualifications) on technological skills, technostress (techno-invasion, techno-complexity, techno-overload, techno-uncertainty and techno-insecurity), coping strategies (individual and or-ganizational) and job satisfaction. The proposed model was tested through a survey of 407 public sector employees in Portugal that were in remote work during the pandemic. It was revealed that technostress and organizational cop-ing strategies influence job satisfaction. There are significant differences be-tween men and women, with men tending to report more that “technology engagement” strategies have a negative impact on techno-invasion and techno-overload, as well as techno-invasion having a negative impact on job satisfaction. The “technological involvement” strategy has a negative impact on tech-no-uncertainty and techno-insecurity, being significantly stronger in respond-ents in the older age group, while in the younger age group the “techno in-volvement” strategy has a significantly stronger positive impact on job satisfaction.
Afinal, de onde vem a salsa-burra açoriana?
Publication . Roxo, Guilherme; Silva, Luís; Rego, Rúben; Moura, Mónica; Coordenação e edição de Armindo Rodrigues (FCT-UAc)
O complexo Daucus carota caracteriza-se por uma grande variabilidade morfológica e por uma longa história de debate taxonómico. Este complexo inclui tanto as cenouras cultivadas como as suas formas selvagens.
